Criança autista transforma criação sobre recreio em livro com a mãe
“Ele começou a notar e se preocupar muito com o tempo do recreio, que parecia estar encolhendo. Para elaborar isso, passou a falar de um monstrinho carnudo que literalmente comia o tempo do recreio. Me contava com detalhes incríveis: nome, aparência, manias… e o mais bonito é que cada pedacinho de tempo tinha um gosto diferente para o Come-recreio”, relembra Angélica, que é advogada especialista em direitos das pessoas autistas.
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